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sábado, 14 de fevereiro de 2015

QUEM NÃO TEM CENOURA USA...


Precisava fazer um bolo rapidinho, mas rapidinho mesmo, para o lanche. O clássico, básico, tradicional e simples de cenoura seria o ideal.

Na pressa, não separei todos os ingredientes antes de começar a função.

Untei a forma, liguei o forno, misturei os ingredientes secos, coloquei ovos e óleo no liquidificador e fui pegar as cenouras na geladeira.

ELAS NÃO ESTAVAM LÁ!!!! EU NÃO TINHA CENOURAS!!!!!!!! 

“Quem não tem cão caça com gato” e quem não tem cenouras usa o que tem a mão e, no meu caso, foram as  batatas baroas. Mesma textura... investi, no fundo sem muita fé, na substituição. A esta altura dos acontecimentos, qualquer coisa que salvasse o lanche seria bem vinda.

Ingredientes misturados, massa enformada, "rezei" o bolo, pedi aos anjinhos protetores das cozinheiras esquecidas que olhassem por ele.

Não é que deu certo? Certo não, certíssimo.


Ficou uma delícia! Ganhei muitos elogios. Pode fazer que é sucesso garantido!

Não vou colocar receita aqui porque acredito que todo mundo tem uma receita de bolo de cenoura, né? É só substituir as cenouras pelas baroas em igual quantidade (não esqueça a fé e a reza).


Bom fim de semana! Bom carnaval!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

CRUMBLE DE FRUTAS

Crumble de Frutas


A receita original, do Olivier Anquier (suspiro...), levava maçãs, pera e manga. Eu fiz com:

1 abacaxi bem maduro
6 maçãs pequenas
3 bananas
½ colher de sopa de canela em pó
1 xícara de açúcar mascavo
1 ½ xícara de farinha de trigo
100 gr de manteiga gelada cortada em pedacinhos
Sorvete de creme

Picar as frutas em pedaços pequenos, misturar junto com a canela em pó. Colocar num refratário.


À parte misturar com um garfo a farinha de trigo, o açúcar mascavo e a manteiga formando uma farofa.


Jogar esta farofa, por cima das frutas, e levar ao forno pré-aquecido (200°C) por 30 minutos aproximadamente.


Servir quente com sorvete de creme, por cima.

Sem comentários.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

BOLO FAROFA DE PERA ou PANOS DE PRATO XXVI


Bolo "farofa" de pêra*

Fazer uma farofa com:
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de fermento em pó
1  1/2 xícara  de açúcar
1/2 xícara de manteiga
4 colheres de sopa de castanhas de caju  moídas
4 colheres de sopa de uvas passas sem sementes

Forrar uma forma untada e enfarinhada com metade da farofa.

Fatiar 2 peras sobre a farofa (fatiar bem fininho com o cortador de batatas)
Cobrir com a outra metade da farofa

Misturar 4 ovos com 1/2 xícara de leite

Adicionar gotas de baunilha e despejar sobre o bolo.
Polvilhar canela e levar ao forno

Obs: pode-se substituir as peras por maçãs ou bananas 

******

O bolo eu já fiz e garanto que é uma delícia.

Os panos de prato são do Grupo de Costura.



Bom apetite! Bom fim de semana!

* Não me lembro de onde tirei esta receita, desta forma, não posso dar os créditos. Desculpem-me!


**********

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

PÃO DE LÓ DE VINAGRE RECHEADO DE RECORDAÇÕES e BRINCANDO COM A CHICA

No final da década de 70, inicio da de 80,  eu tinha uma amiga e colega de trabalho muito querida e de quem tenho muitas saudades. Nas curvas da vida perdemos totalmente o contato. Adoraria ter notícias desta querida amiguinha. Alguém, uma vez, disse que ela regressara a Portugal. Será?  
Léo em 1980. Será que alguém a reconhece hoje?
Ela é o exemplo perfeito da possibilidade de convivência harmoniosa entre raças: nasceu na Índia, foi criada em Portugal, casou-se com um chinês e vieram morar no Brasil. Seu nome? Léo, Leonora e o sobrenome do marido chinês era Cham (não sei se continuam casados...). 

E, foi a Léo, quem me deu a receita do “Pão de Ló de Vinagre” que fiz, especialmente para o meu Amor, que faz aniversário.
Sempre faço este pão de Ló e sempre acho que algo ruim vai acontecer com ele, por causa da adição do vinagre mas, felizmente, sempre me engano e ele fica ótimo. 
Meu Amor ama Pão de Ló, recheado com doce de ameixas pretas. "Recuerdos" da avó materna, na infância.
Bolo de aniversário feito pela avó é algo incopiável mas, eu tento, né?
E, só para dar um charme e ter uma desculpa, derramei, por cima, brigadeiro branco. Desta forma, se não ficou igual ao da avó o brigadeiro leva a culpa.... 

PÃO DE LÓ DE VINAGRE
(receita da Léo)

500 gr de açúcar refinado
250 gr de farinha de trigo
8 ovos
2 colheres de sopa de vinagre
2 colheres de chá de fermento em pó
1 pitadinha de sal

Bate-se o açúcar com as gemas até obter um creme esbranquiçado, junta-se o vinagre e a farinha de trigo misturada com o fermento. 
Por último, suavemente, mistura-se as claras em neve.
Assar em forno previamente aquecido.

***
Agora, vamos “Brincar com a Chica”
Briguei muito com a palavra desta semana: “PUREZA”. A danadinha não “dava caldo”, bonita mas, chatinha que só... - será que Freud explica?
Aí saiu:

Pureza safada, saltou de banda,
negaceando brincadeira.

Mas, vendo um dos meus programas prediletos na TV - Globo Rural – vi/ouvi alguém falar, sobre uma tribo de índios e,  desta eu gostei:

Ouvi dizer: “educado na pureza”;
achei lindo!

Nossa, hoje, eu “abri a tramela" da falação... Boa semana!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

TRAGÉDIA CULINÁRIA

Vontade de, um dia, fazer cupcakes...
Uma amiga querida ouviu este comentário e presenteou-me com um lindo livro.

Cada cupcake mais lindo que o outro...
Não levo jeito para obras de arte da confeitaria. Não tenho a mínima vontade de me arriscar nestas lides mas, fazer os tais bolinhos, da forma mais simples, por que não?
A tal amiga veio nos visitar. Resolvi, então, fazer uma das receitas do livrinho – sem os enfeites, que isto fique bem entendido.
Tinha, na fruteira, duas mangas bonitonas e a receita escolhida foi “Manga com recheio de damasco e cobertura de ganache”.
Eu não iria mudar "quase" nada da receita, "apenas" trocaria a geleia de damasco por de ameixa que é o que havia e o ganache por brigadeiro que sei fazer. As forminhas, seriam umas de mini panetones  que, também estavam por aqui, daria certo, apenas um pouco mais feinhas, mas isto não faria mal. Tudo resolvido!
Aí começou a tragédia. 
Misturei os ingredientes secos, liguei o forno para aquecer.
Das duas mangas, só aproveitei ½, estavam estragadas por dentro. Que fazer? Botei bananas e um pedaço de mamão para completar.
"Só" mudei isto, o resto fiz tudo direitinho.
Na hora de levar o tabuleiro com os cupcakes transvestidos de mini panetones, ao forno, percebi que o gás havia acabado e o forno estava frio e apagado. Corri e coloquei um botijão novo.
Assaram... Numa primeira olhadela até que ficaram bem bonitinhos.
Mas, dali há um pouquinho... 

Ficaram melequentos por dentro.

Sabe que a crostinha de cima até que estava comível? Dava para sentir um gostinho de manga...
Conclusão: a amiga querida tomou café com o velho e fiel pão de queijo mesmo! 

quarta-feira, 12 de março de 2014

BOLO SEM LACTOSE E SEM AÇUCAR

Minha amiga Marina dona do restaurante do Lazer e Natureza (aqui) ganhou a receita de uma amiga, que ganhou da mãe que, por sua vez, pegou de um programa de televisão.
Guardei a receita e me esqueci dela mas, encontramos a Marina e ela perguntou ao meu Amor (que A-D-O-R-A qualquer coisa feita com bananas) se eu já havia feito o bolo aí, não teve jeito, tive que fazer.
Valeu a pena!
É muito fácil, rápido e saudável.

BOLO DE AVEIA COM BANANA

2 bananas nanicas (ou caturra ou d’água de acordo como é chamada na sua região) bem maduras
½ xícara de uvas-passas
2 ovos pequenos
¼ xícara de óleo de canola ( ou milho, ou outro)
1 xícara de aveia em flocos (grandes ou pequenos, como queira)
1 colher de sopa de fermento em pó

Bater as bananas, os ovos e o óleo no liquidificador.

Misturar este liquido (fica um mingau grosso) com a aveia, o fermento e as passas.

Colocar numa forma de bolo inglês untada e levar a assar em forno previamente aquecido.

Depois de desenformar, se quiser, polvilhar canela ou um pouco de mel.

Ele murcha um tantinho depois que sai do forno, é assim mesmo.

Observação: eu fiz receita dobrada, coloquei canela em pó na massa e acrescentei 2 colheres de açúcar mascavo porque minhas bananas não estavam muito maduras e são elas que fazem o adocicado do bolo.


Bom apetite!

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

CAJUZINHOS DE QUEIJO

Acordei com uma enorme saudade de um gosto da infância. Um doce que minha mãe fazia: cajuzinhos de queijo.
A saudade que eu sentia tinha até  cheiro.
Não teve jeito, tive que tomar uma providência drástica.
Fui, até a quitanda do bairro, comprar um queijo minas curado para fazer o tal doce.
A receita, felizmente, eu possuo.

Bem, faço aqui um parêntesis para duas explicações:
1ª - “quitanda”, é um estabelecimento comercial pequeno onde se vende de tudo um pouco. Verduras, frutas, legumes, queijos, linguiça defumada, alguns víveres, panelas, doces, sorvetes, temperos, etc..etc... Também é conhecida como “venda”, ”mercearia”, “birosca”...

2ª – o “queijo minas” é uma das especialidades, aqui, de Minas Gerais. Dentro do estado podemos encontrar algumas variações deste queijo. O que eu fui buscar foi o “curado” ou seja, curtido, amadurecido, duro, bom para ser ralado. Seu gosto é mais forte, ótimo para culinária.
Outro dia, falarei mais desta iguaria.


Ralado o queijo, misturei 1 ovo e 1 colher de farinha de trigo.
Enquanto isso, uma calda de açúcar já engrossava, um pouco, no fogo.




Punhadinhos da massa foram amassados e moldados no formato de pequenos cajus.


No centro de cada docinho, um cravo da índia.


Todos prontos mergulharam na calda fervente. 
Não demorou muito para boiarem e incharem, cerca de 15 minutos.


O melhor, seria come-los, no dia seguinte, geladinhos inclusive, porque desta forma, podemos retirar a gordura que solta do queijo.

No meu caso, não deu para esperar, era muita saudade... Comi cajuzinhos quentes, mornos, frios e depois geladinhos...

Certamente engordei mas, as saudades gustativas e olfativas foram amainadas.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

ABOBRINHAS ou COURGETTES?

Este outro nome das abobrinhas é lindo: courgettes.
Romantismos a parte, eu continuo mesmo é a rainha das abobrinhas.
Neste inicio de ano, elas estiveram presentes, em nossa mesa, como uma conserva deliciosa, feita a moda japonesa, por uma amiga e associadas ao chocolate, num bolo para o lanche.
O bolo fica molhadinho e nenhum gosto de abobrinha. Bom para quem tem filhos problemáticos para comer legumes...


Garanto que a foto não fez jus ao sabor...

Bolo de abobrinhas com chocolate

Bater em neve 4 claras (ovos grandes) e reservar.

Misturar numa vasilha:
3 xícaras de farinha de trigo
2 ½ xícaras de açúcar
5 colheres de sopa de cacau em pó
1 colher de sopa de fermento para bolo
1 pitada de sal
1 colher de chá de canela em pó

Bater no liquidificador:
1 xícara mal cheia de óleo
400 gramas de abobrinha (com casca e sementes)
4 gemas (ovos grandes)

Juntar, incorporando bem, as duas misturas e acrescentar as claras em neve, delicadamente.

Colocar  numa forma untada com manteiga e enfarinhada.
Assar em forno pré aquecido.


Servido, ainda morno, com uma bola de sorvete de creme em cima, foi de suspirar e esquecer qualquer dieta. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

TORTA DE ABOBRINHAS


Já falei, aqui, que sou a rainha das abobrinhas.
Bem, rainha que se preze tem que fazer jus a coroa, não é mesmo? Então vamos lá:

TORTA DE ABOBRINHAS (também pode ser chamada de quiche, de pudim, de suflê ou mesmo de “cachamblança assada” como diria meu pai...)

Abobrinhas tenras, lavadas e raladas com casca e miolo (+- 4 pequenas)
1 xícara de leite
1 colher de sopa de farinha de trigo
3 ovos
½ colher de manteiga
Temperos a gosto
4 colheres de queijo parmesão ralado (ou outro queijo qualquer) 


Colocar as abobrinhas raladas num refratário untado.

Bater os outros ingredientes no liquidificador.


Jogar a mistura  do liquidificador (“cachamblança”) sobre as abobrinhas e polvilhar com um pouquinho de queijo ralado.

Levar ao forno até dourar.



Se for fotografar, faça-o rápido, senão...

sexta-feira, 26 de abril de 2013

BOLO DE MARACUJÁ

De caso pensado,estudado e planejado, fiz a receita do bolo de limão virar bolo de maracujá.
Só tenho uma coisa a dizer de um jeitinho bem mineiro:


 BENZA DEUS!!!! 


1 pacote de mistura para bolo sabor neutro (usei o “festa”)
1 pacotinho de gelatina sabor maracujá
4 ovos
170ml (equivalente a um copinho de iogurte) de suco de maracujá (usei o industrializado concentrado)
80ml de óleo de canola (milho, soja)
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sobremesa rasa de fermento para bolo

Bater no liquidificador: as gemas, o suco e o óleo.
Numa tigela, misturar o preparado para bolo, a gelatina, o fermento e a manteiga.
Colocar o conteúdo do liquidificador na tigela, bater alguns minutos até a mistura ficar homogênea.
Misturar, as claras em neve, suavemente.
Colocar na forma untada e levar ao forno pré aquecido.

Cobertura:
Misturar, sem levar ao fogo, 1 lata de leite condensado e
170ml de suco de maracujá (desta vez, usei o natural porque queria as sementinhas)
Vira um creme encorpado.
Colocar no bolo morninho, quase frio.

Respire fundo e entregue-se, de corpo e alma, aos prazeres da gula!

sábado, 9 de fevereiro de 2013

O ASSASSINATO DOS BISCOITOS


Maria Filomena, me desculpe, mas assassinei a sua receita de biscoitinhos de coco. Imprimi e coloquei a receita, bem bonitinha, na cozinha, para poder visualiza-la direitinho. 
O crime começou quando eu resolvi hidratar o coco porque, simplesmente, eu, metida a sabichona,  achei que ele deveria ser hidratado...., depois resolvi multiplicar a receita por 6 (afinal pareciam tão gostosos... eu queria muitos para podermos nos fartar com eles), aí eu achei que 6 ovos eram demais e só coloquei 5... a massa ficou mole, mole... nesta altura pensei: bom que não coloquei os 6 ovos, ela iria ficar mais mole ainda... então, fui colocar mais farinha e... minha farinha acabou... acontece que moramos distante de qualquer tipo de comércio... Conclusão: os biscoitos não foram moldados, foram pingados no tabuleiro. Até que não ficaram feios não... Para que o crime tivesse seus requintes lembrei que não tinha açúcar cristal em casa... decidi polvilhá-los com o refinado mesmo e... esqueci.
Pois bem, os biscoitos, no forno, derreteram e se transformaram em bolachas. Ah... é carnaval, eles têm todo o direito de se fantasiarem de bolachas, não é?
Maria Filomena, me desculpe por ter assassinado sua receita de biscoitinhos de coco mas, você sabe que as bolachas, ficaram deliciosas? Bom que multipliquei a receita por 6!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

TORTA DE BANANAS DA MINHA MÃE

Meu pai adorava esta torta! Gostava tanto que minha madrasta continuou fazendo para ele e os filhos. Ela está nas minhas mais antigas lembranças das sobremesas da família. Acho que, todos os meus irmãos, a fazem em suas casas.  Meu Amor dá um sorriso de orelha a orelha quando a vê e, minha amiga Regina - que se diz péssima cozinheira - está querendo aprender a fazer. É tão antiga, simples e comum que, acredito,  todo mundo sabe como fazer ou tem sua receita. Como fiz uma, para esperar as visitas  que chegarão, amanhã, para o feriado do carnaval...

O segredo? São na verdade dois:
1-   Fazer de véspera.
2-  Bananas beeeeeeem maduras. 



1 penca de bananas  caturra (como são chamadas aqui) ou d’água (como se chamam no Rio). A receita diz 1 dúzia mas, como elas diferem de tamanho, eu calculo um tanto que encherá a forma. Elas serão descascadas e cortadas em fatias longitudinais  finas.


Para a massa:
3 xícaras de farinha de trigo
1 ½ xícara de açúcar refinado 
1 colher de sopa de fermento em pó
3 ovos
2 colheres de sopa de manteiga
1 pitada de sal
Misturar suavemente, sem sovar.



A massa é áspera e fica meio grudenta na mão.

Forrar o refratário com esta massa. Para poder espalha-la sem "melecar" a mão ir passando um pouquinho de manteiga na ponta dos dedos.



Sobre esta massa colocar as fatias de banana intercalando as camadas com um pouquinho de açúcar com canela.

Levar ao forno. E...

Minha mãe fazia uma “grade” de massa, por cima, para enfeitar mas, eu não tenho muita paciência para isso e deixo sem nada em cima mesmo.

Depois de frio tampar e deixar fora da geladeira de um dia para o outro. As bananas vão soltando caldinho e a massa vai ficando molhadinha...

Se quiser pode servir com creme de leite ou sorvete de creme.
Já substitui a banana por maçã, já usei farinha integral e açúcar mascavo, já coloquei uvas passa no meio e deu tudo muito certo.

Faz parte do jeito mineiro de ser receber os amigos com comidinhas gostosas: já tenho pão de queijo que aqui, em Minas, não pode faltar, empadão de frango (confesso que este eu encomendei a uma salgadeira) e empadão de batatas com carninha (também receita da minha mãe) aguardando-os e ainda vou preparar os biscoitinhos de coco da Maria Filomena. Segundo o meu cunhado: “está aberto o SPA de engorda"!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

ABOBRINHAS


Sou a rainha das abobrinhas! Gosto muito delas! As vezes penso/falo abobrinhas mas, agora, estou me referindo às abobrinhas comestíveis. Faço alguns pratos com elas e hoje teremos abobrinhas “a parmegiana” (quase light) para o almoço.
Primeiro eu lavo e fatio fininho a abobrinha, com casca e sementes por isso, sempre escolho as bem tenrinhas.

Gosto mais daquelas sem este “gordinho” na ponta, acho que se chamam “abobrinhas d’água” e esta aí é a “abobrinha menina” – por que este nome? Não sei! A que havia, em casa, era esta então, foi com esta que me diverti.

Começo com uma camadinha de molho de tomate (feito em casa) coberto por uma camada de rodelas de abobrinhas.
 Mais um pouco de molho por cima e uma camada de fatias de queijo


Hoje, usei mussarela light mas, normalmente, o eleito é o queijo minas. Mais molho (pode-se acrescentar carninha moída ou frango desfiado ou ainda algum embutido, para quem gosta), abobrinhas e assim vamos até terminarem as abobrinhas. Finalizei com molho e um pouco de queijo ralado.


Cobertas com  papel alumínio foram ao forno cerca de 40 minutos - até estarem bem macias. O papel alumínio é retirado mas, as lindinhas ficam no forno mais um pouco para gratinar.


Costumo fazer o mesmo com berinjelas e também acho ótimo.