segunda-feira, 14 de abril de 2014

BORDANDO UM MAR DE MORROS

Moro, em Minas Gerais, na Zona dos Campos das Vertentes.

Nossa paisagem é composta por algumas serras e por  “mares de morros”*. 

Entre estes morros encontramos pequenos capões de mato que, geralmente, protegem pequenas nascentes, delimitam terras ou, ainda, no caso de pertencerem a proprietários conscienciosos, protegem as terras de erosões.

A vegetação original que recobria estes morros, infelizmente, foi substituída, ao longo dos anos pós colonização, por plantações ou transformada em pastos.

E, foi esta paisagem que enche meus olhos, desde que nasci,  a inspiração para estes cartões postais bordados. 

 Um pedacinho de inspiração: 

O resultado:





Agora, bonito, mas bonito mesmo, é esta expressão: “mar de morros”*, concorda?
Tão bonita que me deixou a cismar:  será nosso olhar  a praia desse mar?


*Mar de morros
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Mar de morros é uma denominação criada pelo geógrafo francês Pierre Deffontaines e consagrada pelo geógrafo brasileiro Aziz Ab'Saber, que se utilizou dessa expressão para designar o relevo das colinas dissecadas do Planalto Atlântico (Serra Geral).
Diz-se, também, que esse relevo é formado de "meias-laranjas", devido ao formato arredondado dos morros ao seu redor. Fala-se, ainda, em "relevo mamelonar".

sexta-feira, 11 de abril de 2014

TEM NIKON NOVA NO PEDAÇO!

Um dilema: uma tv moderna ou uma boa câmera fotográfica digital?

Foi bastante fácil e rápido decidir. Qual delas teria mais utilidade e enchia mais nossos olhos e nosso coração? A câmera é óbvio!

E, agora, ela está aqui lindona! Uau! 
Ainda lidamos com ela com um certo respeito e muitos cuidados mas, pouco a pouco, seus mistérios vão sendo desvendados.

Muitas experiências deliciosas degustadas clic a clic.  E, para melhorar tudo, um canal no Youtube que nos ensina com simplicidade e clareza os meandros da fotografia digital (aqui).


Alguns testes, com uma lente 60 mm,  num passeio pelo quintal:











Dirão os entendidos que são fotos cheias de imperfeições.
Concordo plenamente! Afinal não basta uma boa câmera, equipada com boas lentes para fazer uma boa foto. O fotógrafo tem que  ser bom e isso requer tempo, estudo, pratica, intuição, senso estético e, para temperar, um tantinho de sorte.

São fotos cheias de imperfeições mas estão borbulhantes de prazer e alegria!

Bom fim de semana! 
Pretendo brincar muuuuuuito com a nossa nova Nikon.
E você, vai usar o fim de semana para dar uns cliques por aí? Divirta-se!

terça-feira, 8 de abril de 2014

O QUE É UMA CAIXA DE LUZ ?

Esta pergunta me foi feita por uma leitora do blog. Na época, respondi da melhor forma possível e prometi um post sobre o assunto.
Cumpro, agora, esta promessa!


Tenho a sorte de possuir uma caixa de luz de primeira qualidade. 

Ela foi feita com a gaveta descartada  de um armário. 


Dentro,  a ligação elétrica correspondente para duas lampadas e, por cima, um vidro fosco para que a luz não machuque os olhos de quem a utilizar.


Coloca-se o risco do bordado preso no vidro (uso fita crepe).


O tecido a ser riscado por cima, bem fixado, para não sair do lugar.


Acende-se a luz e vai se "tirando cola" do desenho.

Simples assim!

Continuo usando e indicando as canetinhas hidrocor da Faber-Castell. Sou fã! O risco fica nítido, não sai com o manuseio e tempo e, após  bordado, é só colocar o tecido de molho, em água pura, que sai tudinho. Aqui, neste post, falei sobre elas. 

Voltando à caixa de luz, quem não possui uma pode improvisar usando o tampo de uma mesa de vidro com uma iluminação por baixo (uma luminária por exemplo) ou ainda, usar o vidro de uma janela ou porta e a luz do sol. 

Promessa feita, promessa cumprida (embora tenha demorado um pouco)!