sexta-feira, 18 de outubro de 2013

AULA DE BORDADO LIVRE A MAQUINA - cap 2

CAPÍTULO II – AULA DE BORDADO LIVRE A MAQUINA

  
Minha mestra passou, um risco simples, para o tecido, usando o processo do carbono.

Como sou uma iniciante, a Margarida me orientou usar o bastidor.

O dela é este aí, simples e já alargado, pelos anos de uso. Para compensar, ela enrolou, nele, uma tira de pano para que fique mais justo. Funciona.


Tecido bem esticado, como um tamborim, ela começa.


A primeira florzinha será em ponto matiz.

Inicialmente, o contorno e, depois, o preenchimento. Para esta demonstração a linha usada foi uma matizada.
A precisão e o domínio da máquina é de deixar qualquer um boquiaberto.



A segunda florzinha foi em ponto “cheio vazio”, como ela o batizou.


A terceira, em ponto alinhavo.


Folhinhas em ponto cheio.
Umas só com contorno simples e outra com contorno em ponto cheio.


Uma das folhinhas foi bordada em ponto cheio dividindo a folhinha ao meio e um “ponto arroz” no centro. Perdi esta foto...

Caule com "ponto arroz". A precisão dela nos movimentos é inacreditável. Faz, refaz e faz novamente, o mesmo ponto, sem errar!


Um contorno usando linha contrastante para eu ver como fica desta forma.


Avesso (sem entretela!!!!!)


No final, como me encantei com seus carretéis de linha “vintage”, ganhei um presentinho.


E, ainda teve cafezinho, acompanhado de “quitandas” caseiras! Afff!

Sou mesmo uma felizarda sortuda! Conhecer a Margarida “por acaso”, poder participar desta aula particular e, além de tudo, ganhar uma amiga!
Tudo de bom! Obrigada meu Deus, obrigada!

Agora, é caprichar no treino, para conseguir algum resultado. Estou animada!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

AULA DE BORDADO LIVRE A MAQUINA - cap 1

Capítulo I – ASSIM CONHECI A MARGARIDA

Foi uma conspiração do destino ou de anjinhos da guarda? Acredito mais nos últimos.

Fui à loja de aviamentos (armarinho) procurar linhas para o bordado livre a maquina que estou tentando aprender.

Levei uma amostra do bordado para poder explicar à dona da loja a finalidade do fio.

A loja estava lotada e eu esqueci a amostra no carro. Voltei, ao carro, para pegar o trabalho.

Chegando novamente à loja ela estava milagrosamente vazia e, apenas uma senhora, comprava linha para bordar richelieu a maquina.

Começamos a conversar e, desta forma, conheci a Margarida. Uma verdadeira flor. Simples, delicada, extremamente habilidosa e generosa. Ela se dispôs a me mostrar como é o processo do bordado livre a maquina.

Estas toalhas de altar são para uma capela e era o trabalho que, na casa dela, esperava o cliente. Deu-me, a Margarida, autorização para fotografar e publicar aqui no blog. Se alguém se interessar pelo trabalho é só entrar em contato comigo, via email, que direciono, ok?









Este trabalho foi feito sem colocar entretela (estabilizador) e sem bastidor, nesta máquina simples.


Curiosamente, o richelieu, é o único, dos muitos que ela faz, que não me apeteceu (ainda) aventurar fazer. 

Contou-me que aprendeu a arte  menina e, desde então, não parou mais.

E, no próximo capitulo (post), eu contarei e mostrarei fotos, da aula preciosa que tive com ela, uma das grandes alegrias desta semana.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

DUAS ALEGRIAS: APRENDER E SINGER ANTIGA

1ª grande alegria:

Aqui,contei que estava aprendendo algo novo, lembram? Contei também da dificuldade de encontrar quem me ensinasse. Pois é, praticamente caiu do céu, na minha vida, alguém que poderá me dar alguma luz referente a técnica de usar a máquina de costura de maneira diferente.

Vai ser hoje! Estou me sentindo como uma criança no seu primeiro dia de aula.

Aguardo ansiosamente por este dia há mais de um mês.

E ele amanheceu chuvoso. Preciso dirigir até uma cidadezinha próxima para ter a minha  esperada aula e, a estrada, que já me atemoriza seca e ensolarada torna-se um verdadeiro bicho papão molhada. Mas, vou vencer este desafio, meu Anjinho da Guarda está a postos e vai me proteger.

2ª grande alegria:

De uma forma mágica aterrizou, na minha oficina, a máquina Singer que foi da minha mãe.

Procurava uma máquina dessas, funcionando, para dar andamento a este projeto novo e não conseguia encontrar. Como por encanto, esta, cheia de história e significado veio para mim.

Já fiz a limpeza que ela precisava, lubrifiquei e, agora, ela está linda, numa das bancadas da oficina, louca para trabalhar. 

É uma peça gasta externamente mas, está funcionando perfeitamente bem, tem um ponto lindo! Todas as peças são originais, com números de séries gravados! 


Não podem imaginar, minha emoção, quando me deparei com esta medalhinha de N.S.das Graças pendurada nela. Minha memória tinha intacta a lembrança da medalha, colocada pela mamãe - só que ela faleceu já se vão 50 anos... é a mesma (me garantiu a prima que havia ficado com a máquina), eu só troquei o cordãozinho.

Estamos aguardando uma base de madeira que o marceneiro prometeu entregar, ainda esta semana (espero). 

O dia amanheceu chuvoso. Não faz mal pois, o meu coração está ensolarado!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

TORTA DE ABOBRINHAS


Já falei, aqui, que sou a rainha das abobrinhas.
Bem, rainha que se preze tem que fazer jus a coroa, não é mesmo? Então vamos lá:

TORTA DE ABOBRINHAS (também pode ser chamada de quiche, de pudim, de suflê ou mesmo de “cachamblança assada” como diria meu pai...)

Abobrinhas tenras, lavadas e raladas com casca e miolo (+- 4 pequenas)
1 xícara de leite
1 colher de sopa de farinha de trigo
3 ovos
½ colher de manteiga
Temperos a gosto
4 colheres de queijo parmesão ralado (ou outro queijo qualquer) 


Colocar as abobrinhas raladas num refratário untado.

Bater os outros ingredientes no liquidificador.


Jogar a mistura  do liquidificador (“cachamblança”) sobre as abobrinhas e polvilhar com um pouquinho de queijo ralado.

Levar ao forno até dourar.



Se for fotografar, faça-o rápido, senão...

terça-feira, 8 de outubro de 2013

TSUNAMI e GATINHOS

Os dias têm sido daqueles em que temos a impressão que os afazeres tomaram as rédeas da nossa vida e não conseguimos sair do emaranhado de coisas que vão aparecendo, aos borbotões, requerendo atenção imediata.
Nada começado se finaliza no tempo previsto. As peças e as máquinas ficam a me olhar com olho comprido, pedindo atenção.
Chego à oficina para trabalhar, penso que vou ter um dia de atividades tranquilo e aí a campainha toca, o telefone grita, o vizinho chama, o telhado reclama da chuva e dá goteira (como isso pode estar acontecendo, não deveria...), o rapaz que corta a grama chega para fazer o serviço sem estar agendado (se deixar para depois ele não poderá vir), o outro vem pintar uma porta e colocar prateleiras na oficina (olha a bagunça formada), a faxineira precisa de um mês de licença, a irmã chega no meio da tarde pedindo ajuda urgente para a confecção de uma fantasia  para a sobrinha e por aí vai... 
O consolo é saber que, depois da tempestade, sempre vem a bonança. Por favor, que ela se apresse, estou ficando cansada desse corre corre.
                                                ***
As fotos não estão boas, mas a brincadeira foi gostosa. Um carinho para uma pessoa muito querida. Gatinhos mil bordados, em ponto cruz, a maquina, numa camiseta, dias antes da “calmaria” acima.
Frente 

e costas:

Os esquemas estão no painel “Riscos/Projetos para bordado” na minha página do Pinterest.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

GRAÇAS ou COLHEITA DE BENÇÃOS

Quase nunca participo das brincadeiras entre blogs. Acho várias muito interessantes mas, tenho sempre o receio de, por absoluta falta de tempo e até mesmo certo excesso de atividades, me comprometer e depois não conseguir cumprir prazos.

Então, eu li uma postagem da Palkó, onde (graças ao Google tradutor) entendi um convite para fazer um post sobre dar graças pelos acontecimentos do último ano. No Brasil, não temos um dia oficial de graças mas, como esta é uma atitude cotidiana minha, achei que seria fácil e topei. Seria “só” escrever o que falo com Deus!


Todas as noites, antes de me deitar, faço uma pequena oração agradecendo pelo dia que passou e pedindo proteção para o período do sono. Simples, simples, mas, depois disso vem a parte mágica.


Aquele instante em que o corpo desliza para dentro das cobertas, a cabeça encontra acomodação no travesseiro, é inigualável. Este é meu instante de falar com Deus e então, eu agradeço, agradeço, agradeço.


Agradeço por ter uma cama gostosa, confortável, limpa, quentinha ou fresquinha dependendo da época do ano, e principalmente, por poder curtir esta cama com saúde.


Agradeço pelo Amor que segura minha mão, carinhosamente, até que eu adormeça. Agradeço por este Amor que colore e perfuma minha vida.


Agradeço o teto, o agasalho, o alimento.


Agradeço a família que tenho com sua bagagem de alegrias, problemas, chateações e aborrecimentos.


Agradeço pelos amigos e pelos desafetos, pois eles me sinalizam onde preciso melhorar.


Agradeço por ter um trabalho, pelos dons que possuo, pela alegria de fazer o que gosto.


Agradeço pelos os problemas com que a vida me presenteia pois, é através da tentativa de solução deles, que eu cresço e me torno uma pessoa melhor.

Agradeço pelo amor dos meus bichos, por todos os bichinhos que moram por aqui e alegram meus dias.

Agradeço pelas pessoas que trabalham em nossa casa e nos ajudam na sua manutenção.


Agradeço pelo mal que não me aconteceu ou seja, por toda a proteção divina que recebi e, as vezes, nem percebi.

Agradeço pelo caminho espiritual que trilho e pelas oportunidades de trabalho que ele me oferece.


Mas, acima de tudo, minha grande gratidão é por poder deitar meu corpo cansado e saudável numa cama confortável.



Assim seja, Graças a Deus!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

BORDADOS DA Sra.X ou PANOS DE PRATO XXII

Aconteceu no Grupo de Costura.

Um telefonema:

-“Estou mandando, para você, alguns panos já bordados e quero pedir que me mande outros riscados ainda hoje pois não quero ficar, nem um dia, sem bordar. Já estou terminando um outro mas, não quero parar de trabalhar.”

Não há como deixar de atender um pedido desses!

E, ainda com a mesma personagem, outra historinha.

Outro dia, num evento social, encontrei uma moça, filha da nossa personagem. Ela me dá um abraço carinhoso e fala ao meu ouvido: -“Obrigada por fazer a minha mãe bordar!”.

A personagem é a Sra.X. Lembre-se dela aqui.

Senhoras e senhores, com muito orgulho e infinita alegria, apresento os últimos trabalhos da Sra.X.






Estes outros ainda vão ganhar barrinhas.




 
 


A cada ponto, a cada pano, o Grupo de Costura vai aumentando seu estoque para a próxima exposição e levando alegria aos corações! Bom demais!