CAPÍTULO
II – AULA DE BORDADO LIVRE A MAQUINA
Minha mestra passou, um risco simples, para o tecido, usando o processo do carbono.
Como
sou uma iniciante, a Margarida me orientou usar o bastidor.
O
dela é este aí, simples e já alargado, pelos anos de uso. Para compensar, ela
enrolou, nele, uma tira de pano para que fique mais justo. Funciona.
Tecido
bem esticado, como um tamborim, ela começa.
A
primeira florzinha será em ponto matiz.
Inicialmente, o contorno e, depois, o preenchimento. Para esta demonstração a linha usada foi uma matizada.
Inicialmente, o contorno e, depois, o preenchimento. Para esta demonstração a linha usada foi uma matizada.
A
precisão e o domínio da máquina é de deixar qualquer um boquiaberto.
A
segunda florzinha foi em ponto “cheio vazio”, como ela o batizou.
A
terceira, em ponto alinhavo.
Folhinhas em ponto cheio.
Umas só
com contorno simples e outra com contorno em ponto cheio.
Uma das folhinhas foi bordada em ponto cheio dividindo a folhinha ao meio e um “ponto arroz” no centro. Perdi
esta foto...
Caule
com "ponto arroz". A precisão dela nos movimentos é inacreditável. Faz, refaz e
faz novamente, o mesmo ponto, sem errar!
Um
contorno usando linha contrastante para eu ver como fica desta forma.
No final, como me encantei com seus carretéis de
linha “vintage”, ganhei um presentinho.
E, ainda teve cafezinho, acompanhado de “quitandas” caseiras! Afff!
Sou
mesmo uma felizarda sortuda! Conhecer a Margarida “por acaso”, poder participar
desta aula particular e, além de tudo, ganhar uma amiga!
Tudo
de bom! Obrigada meu Deus, obrigada!
Agora, é caprichar no treino, para conseguir algum resultado. Estou animada!