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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

AROEIRAS DO QUINTAL

Algumas das nossas árvores do quintal são aroeiras. Quando nos mudamos eu, muito metida a sabichona, munida de um podãozinho aparei alguns galhos que estavam obstruindo a circulação. O resultado foi uma erupção brava nos antebraços. Uma coceira que me deixava tão enlouquecida que passava gelo para aliviar. Fiquei sabendo, pelo dermatologista, que foi bom eu fazer isto pois, o gelo, inibe a ação do veneno (falando em linguagem bem popular). Nunca mais tirei (pessoalmente) nem uma folhinha dessas árvores.  Gato escaldado tem medo até de água fria...

A crendice popular ensina que devemos falar:  "Licença Comadre!" para passar debaixo das aroeiras e eu, pelo sim ou pelo não, tenho obedecido e nunca mais tive problemas.

Estes dias, o quintal está envolvido num suave e agradável perfume. São as aroeiras floridas.




Uma verdadeira usina de mel se instalou nos cachos de flor. É bom ficar longe pois, o perigo de esbarrar em alguma abelha e ela, se sentindo ferida, chamar as outras é grande.

Outros bichinhos também estão por ali.



O chão parece um tapete com tantas florzinhas caídas. São minúsculas (menos de 0.5cm).




Daqui a um tempinho teremos dezenas de pássaros se alimentando com as frutinhas que virão.

Obrigada Comadres!